“힘.
신앙.
발열.
섬유.”

DISCLAIMER: Meu foco sempre foi e segue sendo o que há de ordinário do personagem, exploro os defeitos me divertindo com eles, além de ser mais do que isso: toco a personalidade como quero e me convém. Deixo frustrações de enredos/plots/contas passadas aos que vivem por lá, especialmente por não dever coerência pra ninguém e ser feliz assim. Não curto interações ooc exceto as que se fazem necessárias, sou satisfeita com o meu círculo de amizades que excedem o roleplay e assim pretendo manter. A relação de Matthew com a música é desenvolvida de maneira favorável para aqueles que possuam interesse em combinar plots e jogos na área artística. Qualquer uso de produção, mixagem e afins será creditado por aqui, neste disclaimer.Por último, mas não menos importante: Player +21, timeline friendly.

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𝘼͈̮͈̝̪ͫ̅̐ͮ
𝙏̽̈͊
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𝙃̱̙̼͔̺̒͒̿̒
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Hyu Gim (Korean: 김휴, born April 8, 1989), better known by the pseudonym Matthew Giles, is a South Korean musician. He developed his passion for music while growing up alongside Han Yu, his best friend since childhood and an aspiring artist since what he remember of his first days of life. From ordinary occupations here and there plus the eventual lack of identification and belonging and as the eldest child, one would expect unknown and equally curious eyes as an inheritance, it’s safe to call this the first kick to buying a one-way ticket to America. This alone was the key to study himself under a brand new skin, surfing through connections with expressive names from nu metal to the alternative hip-hop. With the spotlight in works like ✝️✝️✝️ (Crosses) (2014), iridescence (2018) and Stay Down (2019), the eventual success, which would mean the world to so many artists, became his personal hell -- fearing public life, Matthew relented by taking steps back from his career at an early age, price paid to protect the shadowban identity he’d chosen to carry since his teens.Despite his production skills and experience with percussion instruments (especially drums), what Matty knows best came from his family ties, or what he learned during the lack thereof; about rage, resentment, self-awareness, chemical dependency and long nights in drug stores. His romanticization of a quiet life shows up on his music, such as restrictions on the kinds of instruments he could use - at then 18 years old, he used to produce his own music with nothing but GarageBand on his iPhone. It is, described by himself, “An intensely personal, intimate portrait of being involved”. With the same nerves, nowadays he sneaks around studios in the company of local artists and mostly close friends through NYC when not messing around the globe aside his girl, Niyi Guo.

Nenhuma obra do artista é reivindicada por mim. Priorizo o respeito por sua história de vida bem como pautas sensíveis conforme já vindo antes a público. Por se tratar de um personagem cuja figura pública é adaptada para o roleplay, é considerado desenvolvimento aquilo feito em jogo, podendo e devendo interferir em sua personalidade, juízo crítico etc. Faço também uso da minha perspectiva como fã junto a pesquisas/leituras em entrevistas; relatos de demais entusiastas da banda; nomes que façam parte do círculo social de Matthew; gostos e preferências eventualmente reveladas pelo próprio tendo em foco as quais me identifico e particularmente aprecio — desta forma, garanto o gosto e conforto em interpretá-lo. É seguro dizer que há margens de erro uma vez que não me comprometo em abordá-lo enquanto celebridade, no entanto, uma conversa sobre seu trabalho é sempre um bom começo. A proposta original é o bom e velho slice of life. Relações engessadas não me interessam, assim como as que excedem a linha out of character visto que há satisfação plena com as que hoje cultivo. Demais preferências ou limites podem ser pontuadas, como o interesse nulo em interagir/jogar com players menores de idade; o interesse nulo em temáticas sobrenaturais; a baixa frequência num geral. Postagens podem variar entre português e inglês.Aos que interessam, tenho disponibilizado aqui escritos que exploram ângulos e camadas de Matty. Alguns adaptados e inspirados de material da banda em si, outros de minha autoria.

Uma espécie de incógnita que não estimula a curiosidade, tampouco o receio. O meio termo nunca antes soou tão desconfortável, algo que se aproxima do que há de controverso. Matty Healy já foi melhor. Isto é certo. Já colecionou diversos nomes na agenda, já vendeu discurso mais consistente, se provou solícito não somente uma vez… mas para o seu (ou teu, nosso) azar, não há o que perdure tanto. Cá entre nós: o que é seguro chamar de fortaleza nesta declarada a mais volátil das gerações? Enquanto a retórica for densa no ar, o acolher da postura defensiva deve ser tido como tratamento básico. Apelando para uma didática mais estúpida, embora viesse a incessantemente abrir mão da responsabilidade acoplada enquanto mais uma estrela suscetível a adoração, basta somente uma identificação pessoal no que é de sua autoria entregue ao mundo para que o alcance de volta. Há registros de além do antebraço, boatos correm. Se torna mais suportável o reflexo no espelho desde a proposta de trégua aos olhares desconhecidos para si — são inclusos estes que buscam por qualidades, projeções, desvios incorrigíveis e, no pior dos cenários, o que sustente a mais popular das teorias de que é, sim, tudo o que tem a oferecer.Atualmente, é feita a dispensa do direito de defesa graças ao azedo conformismo que teve de mastigar meio ao cuidado do que se encontra calejado; atende como as sobras de cada risco tomado e mal sucedido ou relapsos de vulnerabilidade, todos muito bem acompanhados por episódios maçantes. A ansiedade quase o inveja. Da fadiga, rasura poesia no assentir onde não lhe cabe indagar que garante a mistura agridoce, e de tanto ter o discernimento sabotado pelo próprio ego, somente o tato é confiável ao distinguir por fim o que de fato o pertence e o que um dia o fez. Um lamento que alcança a atemporalidade é o processo ter de ser feito a olho nu.

De cenário intimista, é no estúdio residencial da banda em Wiltshire com o baterista e co-produtor George Daniel que a conversa em exageradas pausas se desenrola. Depois de terminar alguns trabalhos de produção, os dois começaram a brincar com o novo material da The 1975. O tempo, em plena e leve consciência por nunca ter prometido amizade, corria depressa, iludindo-os pelas paredes antirruído que os abrigava. A dupla dinâmica está onde não pode ser avaliada — George, trajando o mesmo jeans que conta com o largo casaco quadriculado, tem a atenção direcionada ao segundo monitor, em sua respectiva ordem alinhada em trio. Mesmo numa Herman Miller, as costas alinhadas eram de dar inveja. Matthew, por sua vez, está no modo bunker: cabelos desgrenhados, agasalhado por um sobretudo maltratado, um pouco de barba por fazer, um maço de cigarros por perto. Após declarar desistência de uma terceira mixagem durante uma espécie de repescagem dentre faixas on hold, jogou todo o seu peso na cadeira reclinável ao lado, abdicando oficialmente do seu direito de conforto como uma espécie de passivo agressividade que cometia a si. A situação atual se infiltrou nas letras (para um compositor tão afinado com o ruído de fundo da sociedade quanto Healy, como poderia ser diferente?), mas ele está pisando em ovos. O suspiro alto ecoava mais para si do que para a companhia que, na verdade, estava além de longe.

— Não estou interessado em declarações reativas. Estou interessado em viver uma trajetória e depois refletir como foi. — Admite pela primeira vez em bom tom, rindo do meio ao fim da sentença quando percebe que sequer está sendo ouvido. As pernas se cruzam sobre o apoio da mesa originalmente destinada ao teclado.— ‘Like All My Friends’ do LCD Soundsystem: “olhando minha cena olhar para trás”. Isso significa refletir sobre sua vida e as escolhas que você fez. — Parafraseia George, grave e desleixado, mas o assegurando de que ao menos parte do belga poderia reconfortá-lo em meio ao caos familiar da multitarefa. Do seu jeito e sob seus próprios termos. Quando Matty dava início a esses papos, era dada a largada de mais um de seus “momentos”.O maço, em pleno alcance, agora se equilibrava ao colo, e quanto à fixação da vez, esta se limitava aos pedais alinhados logo à frente. Diferente do outro, o frontman falava pelos cotovelos. Boa parte das opiniões, posicionamentos e gostos se aprimoraram por extensos debates — um dos traços básicos da coexistência qual, caso mantenha o ritmo da impopularidade, será logo o mais fiel exemplo de um retrocesso da comunicação do homem —. Costuma, ele, ser seu próprio crítico. O mais agudo. Usando também o diálogo em suas músicas numa dinâmica meio real e meio inventado, usufruindo da licença do eu lírico para se interrogar diante de todos. Comprometido com a autoconsciência, tateava o fumo, destacando um dos demais a fim de levar aos lábios, gesto este que passara a implicar com a dicção já não tão rica.— Meus vinte anos foram um caos e eu não vivi uma vida doméstica, então há muitas coisas que simplesmente não aprendi. Eu não sou emocionalmente maduro, e eu me pergunto: ‘Por que valorizo tanto a minha carreira?’ — Interessado, Daniel varia na destreza para completar: — Isso já prejudicou relacionamento seu.Embora oferecesse um olhar repreensivo, não cabia teima verbal alguma. Desejando a razão, se contentava, no lugar, com o trago seguinte.— Estou tentando mudar isso. — A espécie de confissão cabia em um único sopro, em seguida servindo apoio à nuca com o auxílio do antebraço na busca por conforto. Qualquer um. Enquanto avoado, aquela era uma postura de quem pedia colo, só não ousaria fazê-lo. Era enraizado o costume de depender somente da espontaneidade neste quesito ou nada. — Quero viver um período na minha vida em que eu não esteja em conflito com a minha vulnerabilidade. — Conclui, no fundo orgulhoso por ter dito exatamente o que poderia ter escutado em uma versão nada macia caso chegasse a ceder dois segundos a mais ao raciocínio alheio. Longe das típicas músicas radio-friendly, o provável descarte voltava a soar, preenchendo o ambiente como algo e nada: uma consequência inevitável do cérebro giratório dos músicos. Era de se admirar que The 1975 ainda tivesse alguma carta na manga após NOACF.— Os temas principais são violência e beleza inatingível. — Recordava-o, por fim, do real motivo de terem cruzado a cidade e, de quebra, sendo posta ali uma pedra no assunto. Enquanto o foco fosse o trabalho, a autopiedade se distanciava da realidade.O mínimo que o amigo poderia fazer, seria assentir àquilo.— Se você está fazendo arte, as coisas que você quer descartar são provavelmente as que você deve lançar.

Numa linha uniforme que suporte os extremos do fato à falácia, a afirmação de que crianças, sim, têm o aprendizado mais aguçado em seus primeiros anos de vida morava bem ao meio. Neutro, em folga. A afirmação de interesse que mais se voltava a cenário familiar feito herança por si só já o satisfazia, o tipo de comentário coringa que serve para bater ponto numa roda de conversa qual eventualmente tende a se revelar nem tão interessante assim. Servia, também, de conforto particular — era de conhecimento público a participação (bem como a lógica influência) paterna quanto ao ABC da música, uma vez que aos dois anos foi quando o piano entrou para a vida de Matthew, e, ironicamente, este o instrumento mais distante nos últimos e turbulentos tempos. “Enquanto arder o otimismo, independente do quão barato seja, nunca se deixa de procurar”, lateja a conclusão à mente, derrotado por ora. Entende-se que é de natureza (ou impulso? Podem ambos caminhar lado a lado, afinal?) a existência do botão vermelho alojado à mente que te faz recorrer ao que remete segurança. Ser um estranho no ninho é somente convidativo em escritas que não se aplicam ao pobre coitado leitor, bem visto em ficções que lhe garantem uma epifania das boas enquanto sequer podem bancar um aluguel no subconsciente fresco. Com isto posto, o que há de manter o inglês na mesma órbita são laços sólidos e duradouros e era este o lugar que, em acabamento de madeira, sua figura heróica dava início à intervenção; de contraste irônico, em perfeito estado e capaz de refletir a aparência amassada do único que ocupava o cômodo. Contudo, o feito em si era dispensado, cedido o lugar para os dedos. As digitais em ação o incriminava pelo passeio tímido, como quem espera mordida. Saberiam que esteve por ali, fosse pela própria boca ao mais tardar, pelo sobretudo esquecido no acolchoado ou, com muita sorte, um esboço promissor que poderia vir a sair.A respeito do físico, estava, sim, à vontade. Íntimo com o assento o suficiente para se acomodar como bem preferia, íntimo consigo mesmo o suficiente para sentir o corpo se aquecer respondendo à investida na memória por partituras, ou ao menos as que poderia arranhar sem ofender. “Como Phillip Glass tocaria Brian Eno?”, num cenário onde fosse justa a comparação… By This River lhe gelava a palma. E sob a mesma sombra insegura, sobreviveria com a ausência desta? Se rendendo ao peso da cabeça por nenhum segundo além do necessário, a investida enganosa em expulsar a tensão ao girar no sentido anti-horário indicava o fim da cerimônia: as palmas corriam livres pelas teclas à disposição, o semblante entregava certo fascínio crescente, cada efeito glitch do consciente batia de cara com a porta. Embora sereno, o olhar seguia fiel às olheiras amigas, exausto a ponto de desapegar-se do sentido sob o descanso mesmo que o preço a ser pago fosse fantasiar, no escuro, uma companhia de traços de sua total autoria que o motivasse a substituir a tal da ansiedade que apontara bem na imagem de um de seus pioneiros favoritos. Encurralado no loop, fruto da própria e inevitável armadilha, condenava à nota Si um eterno-enquanto-durar com o trecho sereno a cada repetição, “And I reply with impressions chosen from another time, time, from another time…”

Teima no encalço a simpatia pela descrença quanto as badaladas contadas do sino supostamente encarregado de anunciar o basta que nunca chega; premissas que carecem em testemunho entre otimismo à manifestação perdem a beleza conforme a idade, e a certeza só é cabível a respeito da falha associada ao quê da questão sob uma precisão até matemática. Generosa dose de egocentrismo à parte, é quase cruel a troca de lados de todas as vítimas da traiçoeira avidez: “No topo, o ar sequer é rarefeito.”, ressoa, como de costume e no mínimo uma vez ao mês, embebido em hostilidade. Carrega traços da blasfêmia, mas falta ser digno. O estômago há de alertar o provável embrulho enquanto assumir a bagagem de memória viva — vindo de quem se interessa em sobreviver, é confortável o acúmulo da saliva sob a língua. De um par de braços e pernas, eis o choro pelo leite derramado! Nada como um maníaco declarado do que resulta o preto e o branco. Reconciliação, rolos inflamáveis de filme e respingos de café o excita. Não há o que justifique o desfiado das suas luvas de tricô, o cômodo exclusivo para sua coletânea de Daniel Johnston e nem mesmo o ritual de toda manhã que consiste em manter em dia suas lições em artes marciais. Ao espanto em registro: houve mais vida, há, haverá.O gelo do piso nas costas nuas não incomoda mais.